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A Vizinha Recatada

Era um sábado à noite e como eu estava com pouco dinheiro tive que ficar a beber uma garrafa de vinho na varanda da minha casa em vez de ir à festa no Clube onde sou sócio, estava sozinho, pois toda a minha família havia viajado naquela manhã, pelas 03:30 da mad**gada, eu vejo surgir no final da rua uma silhueta feminina andando sensualmente com uma bolsa na mão... cabelos soltos da altura dos ombros, negros como a noite que a envolvia, usava uma micro-saia de couro , e uma blusa como se fosse um corpete daqueles dos tempos da avó que teimavam em sufocar um par de seios loucos para saltar pra fora, porém não escondia uma barriga perfeita com pelinhos que segundo a minha imaginação desciam até onde mora a tesão. À medida que ela se aproximava, eu ia notando mais detalhes, pele morena, coxas grossas, alta, 1,75m no mínimo, quadris largos que denunciavam um rabo empinado e nada pequeno. Percebi lindos olhos verdes, e para minha surpresa eu conhecia aquela escultura viva!! Era a minha doce vizinha! No dia anterior eu ouvi de casa a discussão dela com o seu namorado, mas o que teria acontecido de tão grave para que aquela morena normalmente tão respeitável, estivesse literalmente vestida como uma prostituta, e cheirando a álcool como naquele momento? Bom, isso ela mesmo me respondeu com uma voz balbuciante de quem já havia bebido umas 8 doses de wisky: - Marco, aquele desgraçado disse-me que eu não desperto interesse nos homens... Ao que respondi: - Isso passa, foi só uma discussão de namorados... - só uma discussão? Então você vai-me querer convencer que isso é motivo para que ele me traia com uma qualquer? Mas ele vai pagar, vou retribuir na mesma moeda! Quando ouvi isso,o meu sangue gelou... Aquilo soou nos meus ouvidos como um convite para uma noite de sexo, já reparava naquela minha vizinha há algum tempo, mas nunca tinha visto ela a usar roupas tão reveladoras, nesse momento ela já estava dentro da varanda da minha casa, de frente para mim, encostada com um pé na parede, eu estava sentado na escada e aquela posição dela revelava suas coxas com pelos loirinhos, e de tão pequenina a saia quase me dava uma visão das suas cuecas, nesse momento,o meu pau estava duro... A partir daí pensei: porque não tirar proveito daquela situação, uma vez que ela se mostrava louca para extravasar a tesão que a enchia e eu para realizar o meu grande fetiche, comer a vizinha pôdre de boa. Resolvi pôr o meu plano em prática... Fiz com que ela se acomodasse ao meu lado na escada e ofereci-lhe um copo de vinho, bêbeda como ela estava, foi fácil deixá-la bem à vontade e começou a se abrir, rir e contar mais da sua vida... Tratei logo de mudar a conversa para o lado do sexo e ela deixou claro que há mais de um ano, não tinha nada com o seu namorado, mais surpreso ainda fiquei quando ela me confidenciou que o corno a chamou de puta quando ela tentou fazer sexo oral nele, e que daquele dia em diante ela não sabia o que era o gosto de uma piça na boca, e estava muito infeliz, porque ela adorava sexo e sexo oral para ela é o que mais a excita! Fiquei doido com aquilo tudo, já que adoro sexo oral tanto quanto ela, tratei de deixá-la a par disso... Ela rindo muito, olhou-me de cima a baixo e falou com a voz mais sensual que eu já ouvi: - isso é um convite? Já não aguentando mais aquela situação respondi: -não, isso é uma ordem! Então ela olhou-me fundo nos olhos, largou o copo que segurava e passou a acariciar e a apertar o meu pau por cima dos calções, fechei os olhos e respirei fundo, enquanto ela dizia que queria me ver todo nu para saber o quanto eu era tesudo (palavras dela... efeito do álcool hehehe!) Levantei-me e tirei a camisa... Sugeri que fossemos para dentro de casa e ela aceitou entrando à frente... tranquei a porta, certificando-me que ninguém tinha nos visto a entrar, ela sentou-se no sofá, e puxou-me para ficar em pé à frente dela... abriu-me os calções, baixou até aos pés, e ficou apertando o meu pau e a dizer coisas que só ela entendia... a minha tesão era tanta que a cabeça do caralho estava a sair das cuecas por cima, ela ficou passando o polegar na abertura, e perguntou com voz de menina entesoada: - Deixas-me matar o meu desejo? Quero muito esse caralhão na minha boca! Não respondi, apenas segurei na sua cabeça e tentei enfiá-lo na sua boca, ela não deixou, primeiro tirou-me as cuecas, deixando-me todo nu, surgiu um pau grosso e duro na frente dela, ficando a poucos centímetros da sua cara, em seguida ela passou a lamber as minhas virilhas de baixo para cima até que colocou os meus colhões na boca... Meu Deus! Que maravilha! O calor daquela boca pequena e molhada engolindo os meus colhões quase me fez vir,o meu caralho pulsava e os meus quadris faziam movimentos inconscientes de vai-e-vem como se já metesse na sua ratinha. Ficou assim um bom bocado, e depois seguiu lambendo dos tomates até à cabecinha, engolindo tudo por completo, chupou, chupou, chupou e tirou da boca deixando um fio de baba da ponta da sua língua até à cabeça do caralho, só dizia que estava louca de saudades daquele sabor segundo ela: (sabor de macho) que a enlouquecia nos seus sonhos eróticos. Segurei-lhe na cabeça e passei a bombar e a foder-lhe a boca feito maluco, ela segurou-me no pau com uma mão e ía sugando com muita força! Sentia-me a foder uma rata virgem tamanha era a pressão que o meu cacete sofria daquela boca gulosa... dois minutos nesse movimento e um jacto de esporra grossa enchia-lhe a boca, eu estava-me a vir! Os meus olhos reviraram, as minhas pernas enrijeceram, tentei tirar o pau de dentro para deitar o que faltava na sua cara, mas para minha surpresa, ela engoliu-o todo até ao talo fez ele desaparecer dentro da sua boca encostando os lábios no meu baixo ventre, sentia a cabeça do pau a descer e a encostar na sua garganta, segurou o meu rabo com as duas mãos não me permitindo assim tirar o pau de dentro da sua boca! A entesoada acabou por engolir o leitinho todo. Sinceramente já há muito tempo que não me vinha desta maneira, neste momento os meus movimentos de estocadas fortes foram diminuindo, diminuindo, e quando parei, ela foi tirando o caralho de dentro da boca e lambendo como se quisesse mamar outra vez, deitei-me no sofá com as pernas duras quase com câimbras, e ela disse-me a rir: - Achas que depois de tanto desejar um pau na boca, eu perderia um leitinho tão maravilhoso? Deu uma gargalhada, bêbeda, e pediu-me cerveja, trouxe logo as cervejas e depois de uns 25minutos já tínhamos bebido umas quatro cada um e eu fui à casa de banho, quando voltei ela estava a dormir deitada no sofá, a sua saia tinha subido revelando um volume enorme debaixo das belas cuequinhas rendadas, douradas e de lacinho que ela usava, o meu caralho voltou a ficar duro, aproximei-me e aquele cheiro a cerveja que ela deitava deixou-me ainda mais maluco, comecei a acariciar a sua ratinha por cima das cuequinhas e vi que aquele volume todo era de uma cona carnuda com poucos pêlos, lisinhos e bem aparados, com lábios grandes e pelas cuecas encharcadas pude comprovar a tesão que ela sentiu enquanto me chupava... Coloquei-me sobre ela e passei a desabotoar-lhe a blusa, até ver surgir um belo par de mamas com marcas de biquini branquinhas contrastando com a sua pele morena, os bicos eram lindos e estavam durinhos como facas afiadas, não resisti e resolvi chupar! chupei, chupei, chupei muito, e vi os bicos duros cada vez mais duros... Tirei-lhe a blusa e desci chupando tudo até ao umbigo, fiquei ali, enfiando a língua e fazendo movimentos circulares, à espera que ela acordasse e compartilhasse a tesão que era só minha! Mas o único sinal de vida que ela me mandava eram arrepios pelo corpo... Resolvi descer até à sua rata alagada, levantei-lhe mais a saia e passei a morder e lamber-lhe a ratinha por cima das cuecas, aquele cheirinho de cona húmida enlouqueceu-me, puxei as cuequinhas para o lado e um fio de baba da rata saíu com as cuecas... Louco de tesão como estava caí de boca e chupei e lambi o quanto pude... Penetrava a minha língua no fundo da sua rata e sentia as contracções na minha língua, e o gosto delicioso daquela ratinha apertadinha... Chupava os lábios da cona com força e sentia o clitóris rijo na minha boca, nesse momento o corpo dela contorcia-se e ela erguia-se como se quisesse ser penetrada pela língua... Com o pau já muito duro, resolvi ir mais fundo naquela maravilha que se estava a babar de tanta tesão! Dormindo como estava, aquele mulherão estava muito pesado... ajeitei-me no sofá, pus as suas pernas nos meus ombros e vi o meu caralho enterrando-se todo e desaparecendo naquela cona linda ... O barulho que fazia de tão molhada que estava deixava-me completamente maluco, estava a adorar foder aquela mulher maravilhosa enquanto ela dormia!! Dava um ar de violação, já não queria que ela acordasse, passei a bombar com grande velocidade, como um cão quando fode uma cadela... O suor escorria, as suas mamas balançavam, o barulhinho que fazia, eu chegava a tirar e a enfiar o pau todo dentro dela, metia com muito desejo, vontade e até com uma certa violência... Aí a ouvi sussurrar baixinho: - tou-me viiiiiir! Vi o seu corpo arrepiando-se todo e a sua rata contrair com força o meu caralho, a tesão era imensa para eu parar naquele momento! Vim-me! Vim-me muito, e com muita força! Vim-me vendo ela morder os lábios e chupar a própria língua! Senti espasmos fortes, longos, deitei tudo dentro dela! Bem no fundo daquela ratinha! Doía-me a cabeça do pau... Caí então sobre ela exausto e molhado de suor, senti os seus braços a me enlaçar e os bicos das suas mamas ainda duros contra os meus... Adormecemos assim... No domingo de manhã fui despertado por ela repetindo a mamada que tinha feito horas atrás. Aí tive a certeza que apesar de ela estar bêbeda, estava muito consciente do que fizera! Desejei-lhe um bom dia, mas ela interrompeu-me dizendo: - Tá calado! , o único som que quero ouvir da tua boca são os teus gemidos! Porra ! Que tesão que me deu! Tirou o resto da roupa, e ficou ajoelhada no sofá com a cara virada para a parede e o rabo bem empinado, e puxou-me para me posicionar atrás dela, quando me estava a preparar para enterrar de novo o meu caralho naquela rata magnifica, para minha surpresa, ela agarrou-me no pau e começou a pincelar o buraquinho do cú! Imaginei: Ora bem! Se o corno não a deixava nem chupar-lhe o pau, seguramente aquele cuzinho há tempos não via um bom caralho! Comecei a forçar e senti a cabeça a enterrar dilatando aquele cú... O corpo dela tremia e ela chamava-me de desgraçado e que eu estava a rasgá-la toda... Mas finalmente e pau lá entrou até meio e comecei a movimentar num vai e vem cada vez mais lubrificado, a dor que ela sentia passou a ser prazer, só prazer! Segurei nas suas mamas e passei a bombar com força e rapidez e ela a pedir para que eu me viesse pois não estava aguentando a dôr! Resolvi parar! Ela se voltou-se para mim e disse: - se parares agora mato-te caralho! Fode-me porra!! Rasga o meu cuzinhooooooo! Ouvindo isto, enterrei o máximo que pude e comecei a vir-me com estocadas fortes, vim-me muito! Ficamos agarrados como cães depois da foda... Algum tempo depois fui tirando o pau de dentro e vi o leite a escorrer por entre as suas pernas... Sentei-me no sofá e ela entre as minhas pernas... Ficamos abraçados durante um bocado... Conversamos um pouco e depois fomos tomar banho... Depois dela se vestir, veio ao pé de mim para se despedir e só aí é que ela me beijou! Saiu em seguida, a rua estava deserta, fiquei na varanda a vê-la entrar em casa.




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