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Passagem de Ano a Três

Estávamos na última noite de 1993, a aguardar ansiosamente pela entrada no novo ano. Tinha aceite um convite da minha namorada para passarmos a noite de reveillon na vivenda de uns amigos dela perto da Quinta do Lago. Eu tinha 19 anos, e ela 18 feitos há pouco tempo, namorávamos há nove meses, tendo-nos conhecido na faculdade onde fui o seu padrinho de praxe. Ela era uma adolescente linda, 1.75, peito grande, corpo curvilíneo e um sorriso desarmante, cobiçada por metade da faculdade, e eu tinha tido a sorte de namorar com ela.
Toda ela era sensualidade, respirando erotismo por todos os poros, e os seus olhos provocantes pareciam dizer a todo o instante “come-me”. Já tínhamos tido relações algumas vezes e de cada vez era uma experiência inesquecível. Ela era ousada, inventiva e gostava de sexo, o que para um rapaz de 19 anos era o céu.
Pois bem, estávamos na vivenda juntamente com mais umas trinta pessoas. Era um grupo enorme, e metade não se conhecia. Jantámos, bebemos, conversámos, conhecemo-nos e divertíamo-nos. A música estava animada, a bebida circulava com abundância e antes das 23h00 já havia muita gente bêbada, entre os quais eu e a Maria. Estávamos a dançar um slow quando ela me segreda «Está ali uma gaja a galar-me há mais de meia hora». «Onde?», pergunto e ela vira-me na direcção dessa rapariga. Vejo uma mulata, alta, de cabelo curto. O rosto não era muito bonito, tinha um peito pequeno, mas o rabo era uma delícia e as pernas, deixadas à mostra por uma minúscula mini-saia, eram do melhor que já tinha visto. Sorri para ela e falei para a Maria «É boa. Conheces?». «Não», respondeu ela, «mas está-me a dar tesão». «A sério? Queres experimentar?», perguntei já com a cabeça a mil. Ela levou a mão às minhas calças e olhando bem nos meus olhos «Hum, parece que há mais alguém com tesão. Vamos lá acima ao quarto para resolvermos isto» e pegando-me na mão puxou-me para fora do salão em direcção às escadas.
Enquanto ia sendo arrastado, olhei à volta, mas já não vi a mulata e pensei que teria ido à vida dela. Tínhamos acabado de sair pela porta do salão e à nossa espera estava a mulata, de sorriso nos lábios; «Olá, sou a Ana, e vocês?». Apresentámo-nos. Cumprimentei-a com dois beijos e quando a Maria foi fazer o mesmo ela desviou a cara e beijou-a na boca. Incrédulo com o que estava a ver, pensei que a Maria lhe ia dar uma estalada, mas para minha surpresa respondeu ao beijo de forma quente e espontânea. Deixei-as beijarem-se e quando finalmente quebraram o beijo desataram a rir. Efeitos do nervoso, excitação e álcool. Eu, escusado será dizer, estava com uma tesão que parecia que ia rebentar e sem dizer uma palavra só arfava. Mais uma vez, tomaram a iniciativa e pegando-me na mão dirigimo-nos os três para o quarto. Lá dentro, depois de trancarem a porta, recomeçaram a beijar-se, mas desta vez eu não queria ser deixado de fora e juntei-me a elas. Um beijo a três, as línguas a chocarem umas com as outras, as mãos a explorarem os corpos uns dos outros.
Em pouco tempo estávamos sem roupa e senti-me jogado na cama e literalmente atacado pelas duas que, em simultâneo, começaram a fazer-me um broche. Primeiro as duas, a lamberem-me o pau de alto a baixo, e depois, enquanto a Maria me chupava os tomates, a Ana abocanhou-o. Era excitação a mais para mim, e soltando um guincho comecei a vir-me em jactos grandes e espessos, que as duas se prontificaram a receber nas bocas e que partilharam entre elas sofregamente até não restar uma gota. A Maria já eu sabia que gostava, e pelos vistos a Ana também. Eu devo ter fechado os olhos um bocado, porque só me lembro de os abrir e ver a Maria deitada na beira da cama e a Ana com a cabeça enterrada entre as pernas dela. Pelos vistos, sabia o que estava a fazer porque a Maria gemia muito e em pouco tempo estava a tremer sob a força de um orgasmo. Eu juntei-me à Ana e comecei a beijar-lhe as mamas e a morder-lhe os mamilos, o que a fez ficar ainda pior e atingir outro orgasmo rapidamente e desfalecer na cama sem força.
Eu, que estava cheio de tesão, deitei a Ana na cama e comecei a lamber-lhe a rata, penetrando-a com os dedos. Nem me preocupei em ser meiguinho ou em dar-lhe prazer. A tesão era muita, eu queria era lamber aquela rata toda rapadinha, mas mesmo sem grandes cuidados ou primores a tesão era tanta que em poucos minutos ela veio-se e, ao contrário da minha namorada, a Ana ejaculou muito. Nunca tinha visto e fiquei surpreendido, mas esf***ei-me para lamber tudo. A Maria começou a dar sinais de si e disse-me que queria sentir-me dentro de si enquanto ela lambia a Ana. Aproveitando a posição desta, pôs-se de quatro e eu penetrei-a, mais uma vez à bruta, tal era a tesão. Enquanto me esforçava para não me vir, só ouvia os gemidos da Ana e a Maria a dizer «Que saborosa! Nunca tinha lambido uma cona, é tão bom». Não aguentei e despejei tudo dentro dela, que olhou para mim com um ar de chateada por eu ter acabado tão depressa, olhar que rapidamente passou quando a Maria se virou e ambas começaram a fazer um 69, com a Ana a lamber o esperma que saía da Maria. Eu fiquei pronto ao ver isto e porque estava doido para comer a Ana, e aproveitando que ela estava de joelhos penetrei-a por trás.
A Ana era muito diferente da Maria, mais larga e mais funda, o que juntamente com todos os sucos que a inundavam me fazia deslizar muito facilmente. A visão era sublime e muito erótica: a Ana de quatro, a Maria deitada debaixo dela num 69 que as fazia gemer e eu a comer a Ana por trás. A Maria ía lambendo a Ana e ao mesmo tempo o meu pau, percorrendo todo o tamanho do mesmo sempre que este saía para voltar a entrar.
Num movimento mais brusco, saí de dentro dela e quando fiz o movimento para voltar a entrar, sem qualquer intenção apontei ao cu, o que fez a Ana dar um gritinho e dizer «Sim, sim, enraba-me». Não me fiz esquisito e, pressionando, coloquei tudo dentro daquele rabo apertado, com as duas a facilitarem a tarefa, a Ana pressionando o corpo na minha direcção e a Maria abrindo-lhe as nádegas. Mais uma vez, foi demais para mim e ao final de poucas estocadas vim-me, inundando-a. Só me lembro de ver o meu pau flácido a sair de dentro dela, o olhinho a fechar lentamente e um fio de esporra a escorrer, tendo caído inconsciente na cama. Quando acordei já era dia, e a Maria dormia ao meu lado. Da Ana, nem sinal.
Depois dessa noite ainda namorei com a Maria mais seis meses. Nunca mais nos aconteceu nada igual e nunca mais vimos a Ana. Apenas sabíamos que estudava em Coimbra.


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