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No carro com a Dalila

Esta história já tem uns anos, na altura tenho eu 22 e a Dalila tem 18. Dalila é uma ‘gaja’ que despertou a minha atenção desde o início. Tem 1,70m com uns 60kgs muito bem feitos. Pele escura como chocolate, cabelos compridos, uns bonitos olhos verdes, perfeita de pernas, perfeita de rabo, perfeita de seios, perfeita… e que gostava de provocar e de ser provocada. Fomo-nos encontrando e saindo, ficámo-nos a conhecer melhor, e a partir da 3ª ou 4ª saída começámos a ter relações. E não, já não era virgem. Adiante. Numa dessas saídas, num belo domingo à tarde, resolvemos dar uma volta de carro, que era até então o nosso ninho de amor. Depois de descobrir um sítio escondido e sossegado para não sermos incomodados, passamos para o banco de trás e passámos à acção. Depois de uns linguados naquela boca linda, começo a apalpar-lhe e a chupar-lhe os mamilos duros e a acariciar-lhe a ratinha já molhadinha de tesão. Estamos a ficar os dois doidos. Dalila escorrega pelo banco e agachasse no meu pau bem duro. Faz-me um broche demorado e gostoso. Lambe-me os colhões enquanto bate uma punheta. Que língua! Que mãos! Estou a ficar maluco… e ela também! Trocamos de posição. Ela agora está deitada no banco com as pernas abertas, e eu com a minha língua na sua ratinha molhada, melada, saborosa! “HHuuummmm… Gostas?” – “Anda! Vem cá! Mete-o…, mete-o…” – diz ela enquanto abre ainda mais aquela cona húmida e transpirada de tesão. Pego no meu pau duro e meto-o todo de uma vez. Que sensação! Ela geme de prazer enquanto aperta o meu rabo contra ela. Começámos a bombar com mais força e a visão que tenho dela é maravilhosa: os nossos corpos semi-nus a escorrer um misto de suor e prazer, aquela expressão na sua face, as maminhas num abanar sensual ao ritmo dos nossos corpos… “Meu Deus!” “És tão boa…” – disse-lhe. “Dá-me, dá-me… gostas? Gostas da minha conaaaa?” “…diz que gosta da minha cona… hhuuummmm… diz que gostas de foder comigo…” Não era hábito, mas desde essa altura Dalila começou a utilizar uma linguagem ‘mais forte’, a dizer todo o tipo de merdas que lhe vêm há cabeça. Começo a chamar-lhe de minha putinha! Isso excita-a muito e a mim também. Depois de um tira e mete profundo, em vários ritmos, sempre com ele a tocar-lhe no fundo e a alarga-lhe a cona, senti-a a ter um orgasmo longo. F*da-se!!! E não demorou muito para eu fazer o mesmo. Tirei fora e esporrei-me todo na sua barriga, em jactos que chegaram ás mamas. Ela adorou aquele leite todo, e começou a esfregá-lo por todo o lado. Sem dúvida esta foi uma das melhores fodas que tive e que fica gravada para sempre.


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