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Primeira Visita ao Ginecologista, saí toda

Já estava cansada e enjoada de Carlos, adorava ele me fudendo, me chupando, me fazendo gozar, mas só ele não me bastava. Eu sentia um tesão louco e ele já não me satisfazia, eu queria novas aventuras (paus!), mas estava difícil, ele vivia me seguindo por onde eu fosse, eu não tinha saída.

Mas um dia eu consegui!!!

Já haviam se passado uns seis meses que ele me comia, e eu estava sentindo um desconforto meio estranho, uma dor. Nunca havia ido ao ginecologista, já estava na hora. Foi Carlos mesmo quem marcou pra mim num médico amigo seu e que acabou sabendo de toda a nossa história.

No dia marcado Carlos me buscou na faculdade e me levou direto para o consultório, me deixou lá e foi para uma reunião não sei onde, depois eu voltaria de ônibus pra casa.

O Dr. parecia ter a mesma idade de Carlos, uns 44 anos. Muito bem apessoado, do meu tipo! Mas tinha uma baita duma aliança na mão esquerda...rsrrsrs

Cheguei e fui logo me apresentando e logo ele disse “então vc que é a namoradinha secreta do Carlos!? Muito bonita, que sorte a dele!”. Nessa hora já me subiu um frio na espinha, senti um pontadazinha gostosa na minha bucetinha. Me derreti no olhar dele.

A consultava rolava num clima bem descontraído, ele fazendo as perguntas que tinha de fazer e eu respondendo, simples assim. Acabadas as perguntas ele pediu que eu fosse até o banheiro e colocasse a camisola (avental) que estava lá para que ele pudesse me examinar. Fiz como ele me orientou, mas a tarada dentro de mim dava sinais de que queria se revelar, fiquei imaginando aquele homem, um estranho, tocando minha bucetinha...ai!!...mas me acalmei, afinal ele era um profissional.

Quando cheguei naquela cama com o suporte para as pernas me lembrei daquelas cadeiras eróticas do motel e sem querer ri. Ele fingiu não perceber e pediu para que eu deitasse. Me deitei, ele pediu licença e pegou na minha coxa com as mãos ainda sem luva me conduzindo para que eu encaixasse a perna corretamente no suporte. Meu sangue fervia.

Ele se sentou bem na frente da minha bucetinha toda aberta e começou a examina-la. Examinava e ia narrando “é possível perceber uma pequena vermelhidão nas paredes internas visivelmente causada por atrito”, continuei quieta, quando de repente ele me surpreendeu “anda dando demais não é safadinha!?”, eu fiquei sem reação, e ele continuou “não se espante, Carlos contou pra mim que ele te come quase todo dia e me pediu sigilo, pode ficar tranqüila, não reparou que nem a enfermeira está presente!? Você está em boas mãos menina!”. Essas palavras pareciam tocar direto no meu clitóris, tamanho o tesão com que fiquei.

Ele não tirava os olhos dela e a tocava insistentemente, mas com as luvas. Eu estava quase me contorcendo, mas não queria demonstrar o meu tesão, afinal, ele era amigo do Carlos e eu não queria morrer...rsrsrss.

Alguns minutos se passaram e ele ficou de pé, me olhou com a pior cara de safado possível e andou até ficar ao lado da cama. Pediu para que eu abrisse a camisola para ele examinar minhas mamas, começou a aperta-las profissionalmente, mas em seguida suas mãos me apalpavam com gosto e ele não tirava os olhos dos meus biquinhos empinados durinhos. Ele apertava cada vez mais meus seios e começou a aproximar mais da cama, de repente senti seu membro duro roçando em meu braço, sem controle gemi baixinho, mas ele ouviu.

“Tá gostando né putinha!?” e eu não reagia apenas sentia suas mãos me acariciando. De repente ele parou e disse que ia fazer o ultimo exame e eu estaria liberada, filho da puta.

Voltou a ficar na frente da minha buceta que a essa altura já estava toda molhada. Ao ver a cena da minha buceta minando de tesão ele não se conteve, pra minha alegria..rsrsr....abaixou a cabeça bem próxima a ela e a cheirou...”passou no teste do cheiro, tem cheiro de fêmea fresquinha! Quero ver se tem o gosto também!”. Nessa hora eu não me contive, um tesão louco me invadiu e meu corpo se contorcia, e ele nem estava me tocando. Vendo aquilo o tesão dele já não passava despercebido e logo quem não se controlou foi ele: caiu de boca na minha buceta molhada. Enquanto me chupava feito um louco tirava as luvas pra poder me tocar melhor. Ele se lambuzava no meu mel e eu estava quase gozando, que língua gostosa, percorria todos os cantos da minha xoxotinha. Que loucura! E meu tesão só aumentava quanto mais eu pensava naquele homem estranho, um médico, não resistindo a mim e louco pra me foder.

Ele chupava meu grelinho e enfiava a língua no meu buraquinho alternadamente, freneticamente, não consegui evitar e “explodi” num gozo alucinante, molhando ainda mais a boca dele, mas agora com a minha porra.

“Agora quero testar essa bucetinha por dentro, quero sentir se tem algum problema com ela, tudo bem minha querida!?”

Fiz sinal de positivo com a cabeça, pois não tinha forças nem pra falar.

Desesperado ele abriu o sinto toda atrapalhado, tamanha era a vontade dele de meter na minha bucetinha. Abaixou a calça e numa investida só me fez sentir seu pau duro me abrindo toda. Ele era sacana, me comia e avaliava minha buceta “hum, quente, molhada, lisinha, está em perfeitas condições pode dar à vontade, mas deixa eu examinar mais um pouco só pra ter certeza!”

E me fudia com gosto, metia aquele pau delicioso na minha xaninha e urrava feito um bicho.

Quando sentiu o gozo chegando tirou logo o pau da minha buceta e veio com ele ao lado cama novamente na reta da minha boca “pede menina vadia, pede meu leitinho que eu te encho a boca de porra!” e eu pedia e gemia pra ele ficar mais louco, de repente aquele jato quente e pastoso esguichou na minha cara me lambuzando toda, o que escorria e chegava na boca eu engolia. Depois dele gozar eu pedi pra chupar seu pau, e ele deixou, claro. Chupei a cabeça e o corpo do pau meio murcho, mas logo ele começou a ganhar vida. ‘Quer mais não é sua vadia!? Quer mais vara!? Vai ter!!”

Quando ele dizia isso eu olhava com cara de danadinha pra ele e ele ia à loucura.

“Vai, mostra seu cuzinho pra mim, mostrar! Ele eu quero encher de porra!”

Foi logo pegando o frasco do lubrificante que eles usam pra fazer os exames e melecou todo o meu cu. “Assim entra mais fácil, vc está sendo boazinha, não vou te fazer sentir dor!”

Estava de quatro pra ele quando sentir a vara entrando no meu cu sem dó. E ainda com o lubrificante doeu. “Logo passa tesudinha, relaxa esse cuzinho e me deixa entrar”. E eu deixei. Instante depois ele bombava meu cu loucamente, como se nunca tivesse metido n vida (talvez não desse jeito! Rsrsrs). Bombava no meu cu e a cada estocada ele urrava, de repente com um urro estrondeante ele encheu meu rabo de porra e me fez ficar de pé. “Adoro ver minha porra escorrendo pelas pernas da minha fêmea.”

Descansamos por alguns instante na cama do consultório e logo ele se levantou. Colocou a roupa, e sentou em sua mesa. Eu também me levantei e me vesti.

Quando voltei do banheiro ele estava com uma receita na mão onde havia me receitado um creme vaginal.

“Vc vai usar esse creme por uma semana, e está proibida de ter relações sexuais nesse período. Volte aqui depois que terminar o tratamento.”

Eu, um pouco revoltada, disse que uma semana era muito tempo. Ele sem titubiar retrucou “isso mesmo, uma semana, quero ver vc aqui louca de tesão morrendo de vontade de dar pra deitar naquela cama e ser ‘examinada’ novamente. Pode ir. E uma boa semana pra vc.”

Saí de lá sem dizer uma palavra, frustrada inicialmente, mas depois a frustração deu lugar à ansiedade, eu estava satisfeita, ia me livrar do Carlos por uma semana e ainda ia levar mais vara do Dr....que maravilha!


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