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Corno mas Feliz

Porque sabemos que a tentação existe, acordámos nas nossas núpcias que se alguma vez acontecesse um de nós cometer uma escapadela, não haveria problema desde que fossemos responsáveis, praticando sexo seguro e tento abertura um com o outro, contando tudo sem esconder nada.
No início minha mulher sempre se excitava contando as suas fantasias enquanto fazíamos sexo ou fazendo-me perguntas sobre as relações que havia tido com outras mulheres. Com o tempo, passou a confessar também as fantasias que tinha com outros homens, sobre como achava atraente e desejava este ou aquele vizinho do prédio, sobre os olhares que certos homens lhe deitavam nos transportes públicos e de quanto desejava que o seu instrutor de natação a possuísse nos balneários com o seu barrote negro. Tudo isso nos excitava (e excita) até ao orgasmo. Sempre lhe disse para se sentir à vontade, se quisesse aproveitar alguma oportunidade que lhe surgisse, até porque eu já tinha aproveitado um par delas, sempre na base do nosso acordo. Cheguei mesmo a sugerir-lhe que contrataria um acompanhante para fazermos sexo a três. Dizia-me sempre que eram só fantasias para se excitar, que nunca iria ter coragem de por isso em prática.
Há cerca de dois anos foi transferida para um serviço central na Instituição onde trabalha. Desde logo confessou sentir-se atraída pelo chefe do departamento, divorciado, muito charmoso e sedutor, muitas vezes com piropos e conversas sugestivas para as funcionárias. Daí em diante, as fantasias da minha mulher passaram muitas vezes a girar em torno do seu chefe, de como gostaria de ir vestida de forma provocadora, ficar a trabalhar até mais tarde e seduzi-lo ao ponto de a foder. E dizia-me por vezes: “Deixa lá que qualquer dia faço mesmo”. Conhecendo como eu a conheço, sempre tive alguma dificuldade em acreditar que alguma vez o fizesse, visto ter sempre receio de se aventurar.
Ora, na semana que do Carnaval, enviou-me uma mensagem dizendo que, para cumprirem os objetivos, teria que ficar até mais tarde. Achei estranho, pois não era costume, mas dada a situação das finanças do país, compreendi. Arranjei as coisas em casa até que chegou a hora de ir deitar e ela sem chegar. Se calhar ainda passou por algum shopping ao sair, pensei. Depois de adormecer a criança aguardei deitado na nossa cama. Passavam já das 23 horas quando a minha mulher chegou a casa. Fingi estar a dormir. Entrou no quarto, despiu-se e perguntou: “Ainda estás acordado? Trago uma surpresa para ti.” E tirou da mala um lenço de papel que desembrulhou e dele tirou um preservativo com esperma lá dentro. “Eu não te disse que qualquer dia não resistia...” e sentou-se em cima da minha cara para que eu a lambesse, estava toda encharcada e começou a contar como, já depois da hora do expediente, aproveitou um elogio do chefe ao que trazia vestido para lhe lançar um sorriso com um olhar lânguido que quem necessita mesmo de sexo. Ele percebeu e tratou logo de a apalpar toda, de a beijar no pescoço, de lhe fazer sair as mamas para fora, de as lamber e ela foi-se deixando levar até à beira da mesa, onde lhe levantou a saia, enfiou a mão até à cona e começou a esfregá-la. Diz ela que todo o seu corpo tremia ao sentir uma mão diferente da habitual. Mandou-a depois baixar-se e tirou para fora o caralho para que ela o chupasse. Enquanto o chupava, com a outra mão esfregava a cona, sentiu então a primeira vaga de prazer que lhe encharcou os dedos. antes que se viesse, ele mandou-a deitar sobre a mesa de reuniões, colocou uma camisinha, levantou-lhe as pernas e fodeu-a tal como ela queria. Conta que fechou os olhos e perdeu a conta ás vezes que se veio. Enquanto descrevia o sucedido eu lambia-lhe o clitóris e de vez enquanto contraía-se para ter mais um orgasmo. Eram tão intensos que eu chegava mesmo a sentir que algumas gotas de mijo saiam da sua uretra. Mudou então de posição, de barriga para baixo e ele espetou-lhe novamente segurando-lhe as ancas. Fodeu-a novamente até não poder mais e se esporrar todo. Prontificou-se então a ajudá-lo, retirou-lhe o preservativo e guardou-o discretamente na mala para mais tarde me mostrar.
Saltou então para cima do meu caralho e não foi preciso muito para lhe inundar a cona, tal era o êxtase que eu tinha. Tal era a excitação e o entusiasmo que voltei a ficar de pau duro tornei a fode-la novamente até ficarmos exaustos.

Na semana seguinte voltou novamente para casa tarde, deitou-se na cama e pediu-me que lhe lambesse as mamas, cheiravam a esperma, o chefe havia-se esporrado todo para cima delas. Ainda hoje não sei porquê, mas senti-me muito feliz e orgulhoso pela minha mulher.
Daí para cá, tem fornicado não só com o chefe mas também com outros homens que com ela metem conversa. Mas conta-me sempre tudo. Alguns vêm mesmo cá a casa e eu fico escondido a ver. É super excitante!

Num destes sábados, voltava eu de uma manhã de trabalho quando chegado a casa ouvi gemidos vindos da sala de estar. Pensei que estivesse a ver um filme porno e a masturbar-se. Devagarinho aproximei-me e espreitei pela fechadura. Vi-a então sentada no sofá e um homem moreno já despido a lamber-lhe as mamas enquanto decorria um filme porno no canal Hot. Depois levantou-se e enfiou-lhe o caralho na boca ao qual ela correspondeu com uma deliciosa mamada. Antes que ele se viesse, coloco-se de quatro sobre o sofá e deixou que ele a fodesse até se vir todo dentro dela. Mais um pouco de filme e a minha mulher voltou à carga, sentando-se sobre o membro novamente erecto do homem, cavalgando-o até ficar satisfeita. Pelos urros que dava deve-se ter vindo umas três vezes antes de ele se voltar a vir também. Escondi-me e foram tomar banho juntos. Depois de alguma conversa ele saiu e eu apareci. Sem surpresa, contou-me que era um motorista da Carris (autocarros) com quem tinha metido conversa durante a semana. Mais uma vez passámos o resto da tarde a foder até nos cansarmos.
Agora deseja ser fodida por um preto com uma grande ferramenta, como ela diz. Pode ser que o instrutor de natação lhe faça o jeito...!
Sou um marido corno mas em constante excitação e por isso, feliz!


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