Ferias de Verão de 2004 - Nossa aventura co

Em Agosto de 2004 fomos de ferias para o Algarve. Decidimos experimentar a zona de Tavira. Ficamos num quarto no centro. Tínhamos 2 semanas para gozar o Sol. Fomos para a praia desde o primeiro dia. Para isso apanhávamos o barco para a ilha e depois caminhávamos até á praia. A praia tem o nome de ‘Homem Nu’, e realmente havia algumas pessoas a fazer nudismo em zonas mais abrigadas ou mais longe da área central. Desafiei desde o primeiro dia a Cátia para o nudismo. Ela concordou desde que fosse num sitio longe dos olhares... escolhíamos um lugar abrigado junto ás dunas. Tínhamos alguma privacidade e podíamos estar a vontade para o nudismo e algumas fodas. Sabíamos no entanto que mesmo abrigados existia sempre alguns olhos por ali o que nos deixava fantasiar a presença de outro homem e a realizar alguns actos de exibicionismo.
Ao terceiro dia já reconhecíamos um dos tipos que nos andava a espreitar, era discreto bem parecido mas mesmo assim não deixava de ser obvio nas suas acções de mirone.
A meio da tarde comentei com a Cátia para convida-lo a ficar junto de nós. Meio apreensiva disse que não se importava mas que tinha receio com a nossa segurança. Observei o tipo por mais um tempo e acalmei a mente da Cátia relatando que o tipo parecia pacifico, e que o iria abordar. Levantei-me e nu dirigi-me até ele. Algumas dunas mais para o interior encontrei-o a tentar disfarçar o olhar lendo um jornal desportivo. Devia estar a pensar que ia-lhe dar uma repreensão por nos estar a espreitar, ficando espantado quando lhe dei as boas tardes e o convidei a ir para junto de nós, no caminho perguntei-lhe o nome a idade e o que fazia.
Quando cheguei junto da Cátia apresentei o Manuel que tinha 32 anos e era pescador.
Ele instalou-se e perguntamos da sua vida. Ele no Inverno pescava e no Verão alugava a casa. Era casado e a sua esposa no Verão ia para a casa da mãe no interior da serra algarvia. Ele ficava numa barraca na ilha para vigiar a casa e o material de pesca indo visitar a sua mulher uma vez por semana.
Eu e Cátia estávamos nus, e convidamos o Manuel que estava sentado na sua toalha a despir-se também. Ele despiu os calções e a camisa desfasando o seu pénis erecto com o jornal que trazia. A Cátia já mais tranquilizada e até lhe disse para estar a vontade e não ter vergonha das reacções do corpo. E rimos todos. Eu e Cátia estávamos com a pele muito branca e usavamos constantemente protector para não apanharmos nenhum escaldão, também tínhamos um pequeno toldo onde nos mantínhamos á sombra. A pele do Manuel era bastante bronzeada mas via-se que não praticava nudismo visto que se via a marca dos calções parecendo quase de estava vestido tal o contraste de pele. Para o integrar e ficarmos mais á vontade convidei-o a passar óleo protector pela Cátia. Ele aceitou e calmamente começou a passar o óleo pelo corpo branco da minha mulher. Foi dar um mergulho... quando cheguei vi Cátia de barriga para cima. As grande mãos bronzeadas de aspecto rude passavam suavemente sobre aquela pele branca, Cátia estava com um tesão enorme, notava-se a sua cona a brilhar. O Manuel continuava com o seu caralho em pé... cheguei junto e beijei a Cátia, perguntei se estava gostando ela sorrio. Só de ver a cena já estava cheio de tesão. Cátia notando o meu tesão pega-me no pau abre as pernas e diz: ‘Nuno fode-me estou cheia de Tusa! ...’ Entro em Cátia duma só vez... ela geme... e começo um vai vem selvagem, a presença do Manuel parecia que me dava mais tesão... Manuel observava de perto continuava a massajar com óleo o corpo da Cátia que lhe pega no pau e começa uma punheta, ele pega nas penas dela e levanta-as e põe-nas ao meu pescoço, de modo a ficar a jeito de ele as beijar e lamber os pés em sinal em retribuição... Tivemos nesta loucura cerca de 20 minutos até que me vim dentro da Cátia e o Manuel para cima dela... depois ficamos uns minutos deitados uns ao lado dos outros... levanto-me e vejo a minha esporra a escorrer pela cona e a do Manuel a escorrer pela barriga, Cátia de olhos fechados sorria. O Manuel estava deitado ainda com o pau de pé, era um belo instrumento com uns 18 cm e grosso, o meu tem 14 cm. Cheirava a sexo... Cátia já complemente á vontade com a presença do Manuel diz-lhe: “ És um homem cheio de Tesão ainda estás de pau feito...” ela olha para mim procurando consentimento para o que queria perguntar... eu aceno e ela continua: “ também me queres Foder?!?...” Manuel acena, levanta-se e posiciona o pau em frente da cona de Cátia ela abre as pernas e diz: “ Fode-me Toda com esse Caralho!...” e o Manuel enterra-se todo na Cátia. Da sua cona ainda escorrei a minha esporra e eu espalhava a esporra o Manuel pelo peito de Cátia, beijando-a na boca. Foi uma cena fantástica ver a minha Cátia a ser fodida por outro homem. Eles gemiam, e eu aparava a Cátia que me abraçava com força perante as investidas do Manuel... Com a foda, junto a cona e no pau do Manuel existia uma espuma branca provocada pelos restos da minha esporra e pela abundante lubrificação de Cátia. Minutos depois estavam os dois em espasmos e a virem-se juntos. Ele esporrou-se dentro dela e ela esteve uns minutos ainda em espasmos com o caralho do Manuel dentro dela... ele tirou e ela quis lambe-lo... ainda estava teso. Depois de o lamber, Cátia beijou-me e pode sentir um sabor sexual de mistura de esporras e de líquidos da cona da Cátia. Deitamo-nos novamente e descansamos... depois Cátia pediu para nós a levarmos a banhar-se no mar... Eu e o Manuel fizemos uma cadeirinha e levamos a nossa princesa para a água, pelo caminho podia-se ver a sua cona vermelha cheia de esporra seca e a sua pele com uma crosta de esporra seca. Banhamos a nossa princesa com todo o cuidado e brincamos um pouco na água. No fim do dia o Manuel levou-nos no seu barco de pesca até Tavira. Jantou connosco e combinamos que no dia seguinte nos ia buscar para irmos para a praia.
Nessa noite quase não falamos. De manhã acordamos e conversamos sobre o que se tinha passado no dia anterior... a falta de cuidado que tivemos em não usar preservativo e se o que tinha acontecido não ponha em causa o nosso casamento. Eu tranquilizei-a dizendo que o nosso casamento estava bastante seguro e que cada dia gostava mais dela, e que esta aventura só iria reforçar os nossos laços e as nossas cumplicidades... Quanto ao risco esse já tinha sido tomado e só nos restava ter sorte com o rapaz. Assim antes de sairmos deixamos claro se tínhamos arriscado iríamos até ao fim, e gozaríamos ao máximo as nossas ferias com a participação do Manuel. Eu pus Cátia complemente á vontade e disse para ela aproveitar ao máximo, ela beijou-me muito disse que me amava e que iríamos ter umas ferias memoráveis.
Cátia preparou o saco e saímos ao encontro de Manuel. Cátia vestia somente um vestido branco e umas sandálias. Compartimentamos o Manuel normalmente ao embarcar não queríamos embaraça-lo na cidade visto que toda a gente o conhecia e o facto de nos transportar não levantava suspeitas visto que é normal os pescadores fazerem este tipo de serviço.
Ao longo de percurso não falamos muito, o Manuel não conseguia disfarçar a vontade de voltar a comer a Cátia. Chegamos a um pequeno caís e saímos, caminhando para a praia, o Manuel acompanhou-os... estávamos quase a chegar ao nosso sitio quando Manuel dá a mão a Cátia e como namorados sorriem um para o outro. Chegamos e eles beijam-se com fervor, Manuel despe Cátia atirando e vestido para a areia beijando o seu corpo nu... eu entretanto já tinha montado o sitio, as toalhas e o toldo estavam montados... Cátia deita-se e eu beijo-a, Manuel despe-se e aproxima-se de Cátia, lambe-lhe os pés pernas chegando a cona ela abre-se e deixa-se levar... enquanto me beijava gemia e dizia que me amava... Manuel prepara-se para a penetrar... ela sustem a respiração... ele entra e ela dá um grito... ela agarra-se a ele e fica assim durante uns momentos... ela teve um orgasmo só com a penetração dele tal era a excitação ficando em espasmos que nos faziam saltar os três (por estávamos agarrados a ela...) ela estava de olhos revirados... que loucura... pouco a pouco veio a si e o Manuel começou a bombear primeiro devagar depois com mais força eu acariciava Cátia e beijava-a, por vezes o Manuel beijava-a ao mesmo tempo ficando nós três num beijo único.
Manuel avisa que está quase a vir-se, Cátia cruza as pernas em trono dele e pede que lhe dê com toda a força, e vêm-se ao mesmo tempo numa explosão de espasmos que os faz saltar ficando Manuel de joelhos com Cátia pendurada a ele quase de pé... ficaram assim encaixados um no outro por um bocado... depois deitaram-se ainda encaixados, ficamos impressionados com a resistência do Manuel que mantinha o pau pronto para outra... eu já estava despido e batia uma punheta... Cátia salta para cima de mim e mete o meu caralho na boca, ficando eu com a sua cona a pingar de esporra do Manuel em cima de mim... não me fiz de esquisito e lambi-lhe a cona num fantástico 69 o sabor era bastante agradável... nisto com a Cátia á ‘cansana’, Manuel posiciona o seu pau e sem avisar ninguém entra em Cátia... ela geme sem tirara o meu caralho da boca e eu continuo a lamber a cona e o caralho do Manuel que tira de vez em quando para meter na minha boca... aquela visão tão perto da foda faz-me vir na boca de Cátia... saiu de baixo dela e ajudo-a a receber os golpes do Manuel ela abraça-me, beija-me e vem-se de seguida, Manuel acompanha-a... deitamo-nos todos para descansas... a cona da Cátia estava ainda mais empapada do que no dia anterior... fomos ao banho e ficamos ao sol durante umas horas falando, colocando óleo, e comendo e bebendo algumas coisas que tínhamos trazido. Manuel disse que gostava muito de nós ‘principalmente’ de Cátia e que nunca tinha tido tanta tesão com nenhuma mulher, também disse que não era de aventuras e as mulheres dele são a sua esposa e uma prima do Alentejo. Ele disse que como o meio e muito pequeno não pode arriscar-se.
Durante o dias ainda fodemos a Cátia uma quantas vezes á vez.
No fim do dia levou-nos a Tavira, e jantamos juntos outra vez. Manuel confessou que gostaria de ter Cátia como sua mulher durante uns dias. Cátia achou a ideia excitante - ser mulher dele. Em conjunto estabeleceu-se uma serie de regras: até ao fim das ferias Cátia seria mulher do Manuel fodendo com ele as vezes que quisesse (de mutuo acordo, claro), eu poderia estar presente mas, só participava quando o Manuel entende-se, ficando nos primeiros 4 dias complemente a sós com ela podendo eu ir visita-la 2 vezes por dia (só para ver se estava todo bem).
Aceites as regras Manuel levaria Cátia de manhã.
Nessa noite fiz amor com a Cátia de forma bastante amorosa e dormidos agarrados. De manhã acordei com Cátia a chorar... estava bastante exitada mas muito receosa do que poderia acontecer, disse para ter calma e que tudo ia correr bem... arrumou algumas coisas para levar, vestiu somente o vestido e sandálias e lá fomos nós. Eu acompanharia-os para ver as condições e depois deixava-os a sós. O Manuel foi-nos apanhar e desta vez fomos directos a sua barraca de pescador na praia... era uma construção isolada pré – fabricada, no exterior tinha uma área para arrumações, o interior era composto por uma casa de banho e uma sala com uma cama e bancada de cozinha, estava tudo bem arrumado e era bastante higiénico. Cátia ficaria bem entregue... ela ficou a chorar nos ombros do Manuel, enquanto eu foi para a praia... já na praia não conseguia pensar noutra coisa senão em como estaria a Cátia... chegou a hora e lá foi a barraca do Manuel onde o encontrei nu sentado no exterior... ele disse que tudo tinha corrido bem... foi até junto dela e ela estava dormindo nua de pernas abertas e toda cheia de esporra... beijei-a para a acordar... ela acorda e abraça-me dizendo que ele trato-a como uma senhora, que foram passear de barco e que fizeram sexo á tarde... despedi-me com Cátia novamente a chorar, eu foi para Tavira no ultimo barco... não consegui dormir... no dia seguinte foi no primeiro barco para a ilha. Quando cheguei a Cátia estava a cavalgar no Manuel que estava sentado numa cadeira. Estava tão ansioso que entrei. Cátia vira-se e pergunta se está tudo bem comigo. Eu respondo que sim beijou-a na boca e digo para continuarem que logo passava á tarde, ela sorri e acaricia-me o rosto dizendo “Nuno meu querido... podes ir estou em boas mãos... “. E lá foi sem olhar para trás... o dia de praia já se passou melhor. A tardinha lá foi visitar a minha esposa, actualmente mulher do Manuel. Cheguei e Cátia disse que Manuel tinha ido comprar coisas para a casa ela disse que estava a gostar muito da experiência. Notava-se um forte cheiro a sexo... despedi-me dela ficando mais seguro visto que ela não ficada a chorar e que sorria na despedida. Nessa noite dormi bem, sonhado com a Cátia a foder com o Manuel e eu a assistir... de manhã já lá estava. A porta estava aberta e encontrei os dois nus a comer o pequeno almoço na cama... cumprimentei-os e disse até logo... á tarde nem entrei falei pela janela... no ultimo dia lá fui eu de manhã... desta vez tive de acordar os dois que dormiam juntinhos como um casalinho de namorados... ela beijou-me e ele disse que esta noite já podia ficar junto com eles... á tarde quando chego eles estavam a foder com a Cátia em cima da mesa... entrei sentei-me numa cadeira junto a mesa e agarrei a mão da Cátia enquanto fodiam... vieram-se os dois com gritos e espasmos... depois o Manuel foi-se lavar enquanto a Cátia ficou deitada em cima da mesa com a cona a pingar... eu perguntei se ela não se ia limpar também... nisto aparece o Manuel a dizer que a Cátia não de lava a 4 dias... que tem estado á minha espera para eu a ir lavar, mas que antes disso eu tenho de a foder assim como ela está... realmente existia um cheiro a sexo bastante intenso depois reparei que o vestido da Cátia estava todo cheio de manchas de esporra e outros líquidos sexuais... o cabelo estava bastante oleoso... despi-lhe o vestido e pode observar que por todo o corpo existiam vestígios de esporra seca - na cara, nas mamas e principalmente nas pernas... beijei-a abracei-a e pedi-lhe desculpa... ela olhou para mim e disse que aquilo tinha sido ideia dela... para eu saber o que é a sua mulher ser usada durante 4 dias por outro... beijei-a novamente e já cheio de tesão deito-a na cama imunda e fodi-a como um a****l com cio... aquele cheiro a sexo estava a dar-me a volta á cabeça em menos de 1 minuto estava a encher a cona de esporra como nunca quando tirei fora saiu tanta esporra que com os espasmos da Cátia até saia de esguicho para cima de mim, lambi-lhe a cona que tinha um sabor salgado e um cheiro erótico, e disse a ela que naquela noite (se o Manuel o permiti-se) vamos foder-te assim toda toda cheia de esporra. Cátia abraçou-me e disse que me amava muito... passamos a noite a foder á vez. A Cátia deu o cu ao Manuel por duas vezes o que ainda fez aumentar o cheiro a sexo... de manhã acordamos e antes de eu a ir lavar a minha princesa, ainda nos esporramos os dois para cima dela, e cada um ainda lhe mijou em cima. Levei-a para o duche fiquei por uns momentos abraçado a ela a beija-la, depois abri a água e lavei-a... nesse dia enquanto o Manuel e a Cátia foram para a praia sozinhos eu fiqueia a arrumar a casa e a lavar toda a roupa e lençóis destes últimos dias de sexo. Nessa noite preparei um belo jantar a luz das velas para o Manuel e a Cátia, jantamos todos nus eles a seguir ao jantar namoraram; dançaram; falaram; fizeram sexo á minha frente e eu só participava quando solicitado pelo Manuel, com tarefas como: lambe a cona; abre as pernas dela; lambe a cona enquanto a fodo, lambe-se o cu e lubrifica-lhe o buraco... mas no fim fizemos uma secção maravilhosa de dupla penetração na Cátia que a levou ao céu, principalmente aquela onde nos viemos os dois ao mesmo tempo numa penetração dupla na cona... foi demais sentir a esporra de dois caralhos a misturar-se dentro da cona e por entre os caralhos escorrer essa mistura. A Cátia já tinha a cona inchada de tanto foder. O buraco do cu parecia que não fechava. O Manuel fodia o cu e quando tirava fora a esporra caia logo eu ia a seguir e o cu ainda estava aberto é fantastico foder um cu aberto e esporrado. A mistura de cheiros tornava o ambiente tremendamente sexual e os sons que saiam do cu e da cona eram fantásticos, misturados com o som dos corpos a bater uns nos outros como um aplauso misturado com os gemidos e gritos de todos... havia esporra por todo o lado. Pelas penas na Cátia escorria um liquido claro vindo da cona e um castanho do cu. na orla da cona existia uma espuma creme e no cu uma espuma acastanhada foi lindo, uma autentica orgia. Nos últimos dias fazíamos de tudo um pouco e já não havia regras definidas como se fosse uma entrega gradual da da minha mulher. No ultimo dia o Manuel dei a ultima foda na Cátia no quarto alugado, depois voltamos para Lisboa. ainda falamos com o Manuel de vez em quando, mas só muito esporadicamente é que nos encontramos – UM ABRAÇO GRANDE MANUEL
e-mail casal_silveira@hotmail.com

100% (13/0)
 
Categories: Hardcore
Posted by pdiaswebline
1 year ago    Views: 178
Comments (5)
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1 month ago
cheio de tesao que vou bater uma punheta
1 year ago
que bellas f....rias
1 year ago
que bellas f....rias
1 year ago
Já li muitas histórias aqui mas esta é de longe a melhor de todas... Parabéns!
doragomes
retired
1 year ago
também quero uma férias assim
:D