[PT] A boneca da pizzaria

Esta é uma histórica fictícia.

A minha rua não tinha nada de especial. Carros, árvores, lojas fechadas,... uma pasmaceira. Havia uma pizzaria que parecia ser a única coisa que dava vida à pequena cidade. Até podia dizer que era pelas pizzas, mas não: lá trabalhava uma mulher linda, devia ter os seus 25 anos, cabelos pretos longos e lisos, olhos azuis, maquilhada, com um fio de ouro ao pescoço que chegava ao seu belo decote. Apesar de ser obrigada a usar uma farda um tanto ridícula, não abdicava do decote. Os seus seios tinham uma aparência tão jovial, tão perfeitos, redondos, hipnotizantes e provocadores. De resto, tinha um corpo bem treinado, e um bom rabo, que infelizmente não se sobressaia naquelas calças brancas farfalhudas. Era uma mulher um pouco séria, mas isso só me deixava mais excitado ainda.

Sem exceção, eu também era frequentador da pizzaria, e não, não era pelas pizzas. :) De vez em quando lá metia conversa com a boneca, mas ela nunca me ligou. Seria pela minha idade, quase nos 30? Ou pelo meu corpo destreinado, embora não fosse gordo? Ou simplesmente porque não tinha jeito para conversas casuais? Até nem me achava feio, também tinha cabelos pretos, olhos castanhos e barba por fazer. Ainda assim, nunca saía da pizzaria a perder: aquele decote, junto com a carinha de anjo daquela mulher davam-me a volta a cabeça. Uma vez, consegui ver o fio dental preto dela, por baixo daquelas calças brancas semi-transparentes. Bati tantas punhetas a pensar nela, que tive mais prazer do que a maioria das relações que tinha tido até ao momento.

Um dia, decidi que tinha de conhecer aquela mulher a todo o custo. Não aguentava tanta tesão, tanto desejo, e desperdiçar tudo numa punheta. Desejava-a, comia-a com os olhos, adorava que ela estivesse comigo, nem que fosse uma única vez. Então, fui à pizzaria para ver se conseguia um encontro, ou pelo menos saber onde ela gostava de ir. Mas mais uma vez ela ignorou-me... Esta sensação de desejo reprimido deixava-me de rastos... Porém, descobri que ela fazia entregas de pizza na zona ao ouvi-la atender um cliente. Não hesitei: fiz um pedido da primeira pizza que vi no catálogo e mais algumas coisas. Ela ainda retorquiu que era demasiado perto para fazer a entrega, mas disse-lhe que não tinha tempo de passar pela pizzaria. Ficou combinado.

Era o dia da entrega. Aquela deusa vinha a minha casa, e mesmo que não fosse com propósito de me ver, queria tentar seduzi-la. Era naquele momento, ou nunca: vesti uma tshirt branca que me ficava bem, pus perfume, gel no cabelo, fiz a barba... nunca me tinha arranjado tanto para uma mulher. Ouvi a campainha a tocar: era ela. Espreitei pela porta, e ela vinha num estilo completamente diferente: casco de cabedal, jeans justas, unhas pintadas de vermelho, botas pretas. Que gata! Vinha com o que tinha pedido. Abri-lhe a porta:

- "Aqui tem a sua pizza e..."
- "sumos..."
- "Exatamente", respondeu ela num tom seco

Na altura de fazer a encomenda, escolhi ao calhas na ementa, mas lembro-me que tinha pedido um croissant chamado brioche. Então perguntei-lhe:

- "E o broche?"

Ops! Pensei no momento seguinte. Meti água. Mas não. Por incrível que pareça, ela esboçou um sorriso, como nunca tinha visto, e corrigiu-me:

- "um brioche, quer dizer", disse-me ainda com aquele sorriso.
- "Sim, é isso.", respondi meio atrapalhado. Mas como ela até achou graça, arrisquei:
- "Mas... também servem broches?", disse-lhe com os olhos semi-cerrados, num tom provocador.

O sorriso dela desvaneceu. Mas rapidamente passou a um sorriso maroto:

- "Servimos sim. Quer um agora?", propôs-me ela, no mesmo tom que o meu.

Fiquei sem reação. Estava à espera de tudo menos aquilo. Aquele rosto de menina não combinava de todo com aquela proposta. Mas estava decidido a comê-la naquela altura! Então disse:

- "Sim, quero!"

Ela entrou pela minha casa, em direção à sala, pousou tudo em cima da mesa, e senta-se no chão, em cima das pernas, a esperar por mim. Fiquei com uma tesão enorme, e era difícil não reparar nisso. Então ela continuou a provocar-me:

- "Anda querido. Não queres que o broche fique frio, pois não?"

Cedi aos encantos dela. Pûs-me de frente para ela, e com as suas mãos, massajou o meu pau, ainda dentro das calças. Em seguida, beijou-mo num tom doce, e a olhar para mim. Era tão provocadora! Desapertou-me as calças, tirou-me os boxers, e já não tinha mais onde esconder a minha tesão: o meu pau totalmente ereto e a cabeça toda molhada. Aí, ela pega nele, e começa a chupar como se não houvesse amanhã. Ela começou por me beijar a cabeça do pau, metendo-a na boca e passando a língua de vez em quando para limpar o meu líquido. Quando dou por ela, já meio pau estava na boca dela. Fechou os olhos, e começou-me a chupar, a chupar... Os cabelos lisos dela acompanhavam os seus movimentos... As pestanas falsas, grandes, sobressaiam-se ainda mais com os olhos fechados... Estava tão cheio de tesão, mas controlei-me para não explodir naquela altura: havia muito mais para aproveitar naquela deusa. Disse-lhe:

- "Vamos aquecer o forno?", disse-lhe quase como se tivesse drogado, com tanta tesão que ela me proporcionava.

Ela acenou que sim, quase instantaneamente, e então deitei-a no sofá. Beijei-a na boca devagar, para sentir os lábios doces dela nos meus. Depois fui descendo, até lhe chegar ao decote. Tirei-lhe o casaco com alguma violência, que ela apreciou, e ela tirou o top branco que usava. Estavam agora expostos aqueles seios que eu tanto admirava com o olhar. Esfreguei a minha cara naquele decote por uns segundos, e depois atirei-me ao seu seio esquerdo com a minha boca, para lhe chupar aquela delícia. Com a mão, acariciava o seu seio direito. Começava a sentir os seus mamilos a ficarem rijos, e ela começar a demonstrar sinais de tesão. Após chupar o outro mamilo, começo a deslizar e a beijá-la pelo seu ventre até chegar às suas jeans. Fiz-lhe o mesmo que ela me tinha feito há minutos: antes de lhe tirar as calças, beijei-a delicadamente na braguilha. Já conseguia sentir a sua ratinha quente e aquele cheiro característico. Ainda mais excitado, tiro-lhe as calças, tentando controlar os meus impulsos animais para não as arrancar à força, e atiro-me às cuecas delas: brancas, semi-transparentes, com pequenos laços cor de rosa.

Tiro-as, e aí consigo sentir em pleno a sua ratinha quente e húmida. O cheiro ainda mais intenso invade-me as narinas. Fechei os meus olhos e passei de perto o meu nariz para sentir aquele aroma... Afastei-lhe os seus grandes lábios, e comecei a chupá-la com a minha língua. Senti o seu líquido a escorrer pela ratinha e a pousar na minha língua, enquanto ela gemia, e eu deliciado, a chupava ainda mais. Com a outra mão, comecei a esfregar-lhe o clitóris em gestos circulares, e aí ela começa a gemer mais alto. Com a outra mão, mantinha o meu pau teso, que já estava mais que preparado para ser enterrado naquela ratinha. Paro de chupá-la, ponho o preservativo que tinha no bolso, e enterro o meu pau bem devagar naquela ratinha... Adorei aquela sensação de introduzir o meu pau numa ratinha tão apertadinha, mas ao mesmo tempo tão lubrificada. Olhei para ela: se ela já tinha uma cara de boneca, então corada daquela maneira deixava-me ainda com mais tesão. Começo a acelerar nos movimentos, entrando e saindo com o meu pau. Estava a ser, sem dúvida, uma das melhores fodas da minha vida. Cada vez mais excitado, começo a dizer-lhe coisas porcas, mas ela, mesmo com aquele ar angelical, mostrou-me o quão perversa conseguia ser, ao responder-me de forma igualmente porca.

Aproximava-se o momento em que já não aguentava mais. Tinha que libertar aquela tesão. Ela apercebeu-se disso e, com tom ainda mais perverso, disse-me:

- "Deita-me o teu creme todo na minha boca..."

Levantei-me, tirei o preservativo, e comecei a esfregar o pau bem perto da cara dela. Aí, ela levanta-se também, e abocanha o meu pau, tal como no começo desta aventura. Ela queria que esporrasse dentro da boca dela. Mais uma vez, provocou-me com aqueles olhos azuis e tom de malvada, e não resisti: explodi e deitei todo o meu leite dentro daquela boca quente, enquanto soltei um grito de satisfação. Por uns segundos, continuou-me a chupar, determinada e com alguma velocidade, abrandando para me chupar lentamente o resto de leite que ainda havia na cabeça. Adorava ver aquela mistura de saliva e esperma que percorria no meu pau...

Ela olhou para o relógio, e assustada, disse-me que tinha de ir embora. Ajudei-a a vestir-se, ainda meio incrédulo que aquilo tivesse acontecido. Dou-lhe uma palmada no rabo grande e fofo dela, ao que ela me responde com um "aaaiii..." atrevido, sem olhar para mim. Paguei-lhe a encomenda, e despediu-se de mim com um beijo na cara, descendo com pressa em direção às escadas. Lembrei-me de lhe perguntar:

- "Costumam ter brioches na vossa loja?"
- "Sim, e aceitamos encomendas... Passa lá pela loja...", respondeu-me ela, num tom entre o sério e o perverso.

A partir daí conhecemo-nos melhor e começamos a sair juntos mais vezes, sem compromisso. Fodas como aquelas repetiam-se algumas vezes. Já era difícil olhar para a cara dela e ver um anjo. Mas o que me excitava mais era mesmo isso.
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Categories: Fetish
Posted by darkhairlover
2 years ago    Views: 136
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