Clara, minha prima, Clara! -3-

. A porta estava aberta, eles não bateram. Agora balanço a cabeça ante o absurdo da situação. Ali estavam — Noronha e a esposa, com os olhos arregalados, a boca aberta, estupefatos. Eu, pela posição que ocupava — infelizmente — não pude ver a cara que fez Clara ao ser pega também in actu, ali, no centro da cama, de quatro, como uma égua, toda aberta. Deve ter sido uma cara impagável. A nossa sorte, o que dá um caráter único e liberal a tudo é que, faço parte, todos naquele lugar faziam, duma família constituída de indivíduos sexualmente liberais, imorais, impudicos mesmo. Além do mais, esqueci dum detalhezinho importante — Noronha era padrasto de Clara. Desde dos seus oito ou nove anos... Poucas outras famílias encarariam aquela situação dum jeito tão natural. Na verdade, a gente não fugiu ou se escondeu embaixo da cama. Não. Na verdade eu arregalei também os olhos, como quem diz: “Isso é o que se chama ser pego em flagrante!” e eu também fiz um bico estranho com os lábios. O Noronha, que apesar desse nome sério é um grande filho da puta imoral, e que na verdade é jovem, tem, se não me engano, 44 anos (não diga que isso não é jovem, leitor dessa noveleta curiosa e imoral, numa época em que a expectativa de vida passa dos sessenta, 44 anos é um rapagão). Ele se torna ainda mais rapaz porque tem um bronzeado havaiano e pega onda. Basta dizer que a única reação dele, quando nos flagrou, foi a de levantar as sobrancelhas, arregalar também os olhos, e soltar um: “WOW!” Eu já tinha ido a uns bordéis de putas caríssimas com o Noronha (vale lembrar uma puta dessas em particular que certa noite me revelara que tinha pago sua graduação de Direito e outras especializações caríssimas numa Universidade da Suécia apenas com o dinheiro de clientes como o Noronha). Mas sem divagações. Voltemos ao nosso caso que importa.
O leitor tem que saber o desfecho de todo esse relato safado.
No momento do flagrante eu pude perceber que a minha deliciosa tia não olhou com muito espanto. Na verdade, leitor, a fogosa dona olhou com uma cara que parecia de uma inveja desgraçada; inveja da filha que tomava no cu e aparentava muito prazer. Ela só faltou morder e lamber os beiços... Se eu já suspeitava que não teria problemas em continuar, aquela cara safada e liberal da tia, da mãe, me animou ainda mais. Tive a certeza que podíamos continuar sem problemas no nosso prazer quando o papai liberal do Noronha nos animou:
“Não parem, minha filhinha — isso está lindo!”
“Mas quem disse que a gente vai parar?” disse a amável Clara, “vocês que saiam daqui se quiserem.”
O chato é que, escrevendo, parece que tudo isso demorou uma eternidade, o flagra, as reações, a pausa, o diálogo, mas na realidade, ali na hora, com certeza foi menos de um minuto. A mãe quase suplicou pra filha:
“Continue, Clarinha, a gente não se importa, vamos nos divertir juntos como eu sempre sonhei e imaginei!”
“Sua puta! “Mas eu te adoro” disse Clara, muito à vontade, ainda com o traseiro empinado para mim e olhando para a mãe na porta.
“Clara, vamos brincar, faz de conta que eles não estão aí” eu disse, “Mas... na verdade... se vocês quiserem vir também não tem problemas...”
Agora havia outra atmosfera: estávamos sendo observados. Por dois voyeurs!
Leitor, é claro que a gente tinha que continuar, seria justo eu sair dali sem o prazer supremo do gozo? Impossível. Eu forçaria Clara, se preciso. Pra facilitar, não foi.
Clara já se abria pra mim, o fato de agora ser observado era outra coisa que me excitava deliciosamente. Eu tinha Clara ao vivo e de brinde via e imaginava a mãe... O cacete não me decepcionou; com pouco tempo estava rijo, o mesmo cacete duríssimo e vigoroso com o qual há pouquíssimos instantes atrás eu alargava o cu de Clara. Abaixei-me um pouco e comecei a chupar aquele cu delicioso, molhava-o de saliva, cuspia com um tesão sacana. Esfregava os dedos, massageava o grelinho, explorava-a delicadamente com o dedo médio, cuspia mais uma vez no cu, o ia acostumando com o dedo. Clara, que, como eu já sabia, se acendia incrivelmente rápido — ou isso se deve mais ao meu talento? — com as duas mãos já agarrava novamente o lençol, gemia deliciosamente. Aí eu me lembrei dos nossos voyeurs (a brincadeira de os esquecer estava funcionado) — quem resistiria? O padrasto não resistiu nada. Tinha colocado o cacete pra fora e já batia uma bronha solitária; se aliviava daquela cena deliciosamente quente a qual tinha a filhinha e eu como protagonistas.
“Coloca logo, por favor” Clara suplicou entre gemidos.
Aproveitei pra atender imediatamente. O cacete pulsava, parece que queria explodir. O cu de Clara já tinha se acostumado mais — fui sentindo-lhe a pele, a rigidez do seu rabo, esfregando meu cacete por cima do rego... fazendo lentamente o entra-e-sai, entra-e-sai. Até que não resisti mais. Deslizei meu cacete deliciosamente pra dentro de Clara. Ela soltou um gemidinho misto de dor, prazer, susto... estava dentro dela novamente. In out, slowly, in out! Nesse momento, observei a mãe. Ela tinha se sentado num pufe, tinha aberto os botões da blusa e estava com aquele monumental e rijo par de tetas pra fora. Tive um frio na barriga quando percebi a sirica intensa com a qual a mãe se aliviava. O grande dedo médio enfiado completamente naquela boceta madura e molhada. Desejei ter dois caralhos e meter na mãe e na filha ao mesmo tempo! Voltei minha atenção ao rabo de Clara, molhado, apertadinho, aquele rabo que me recebia e me fazia desaparecer tão bem... “Clara, como você é deliciosa!” exclamei.
Lindo foi quando os gemidos verdadeiros da filha e da mãe se misturaram calorosamente num dueto de prazer. Quase não acreditei que, de certa maneira, eu era o responsável pelo prazer da mãe e da filha ao mesmo tempo. Uma, mais madura, porém deliciosamente enxuta; a outra, “sua continuação”, de carnes frescas, corpo rijo, a pele impecavelmente branca e reluzente de suor... gemendo delirante ao meu in out, in out.
“Ai, filha, como é lindo ver você tomando no cu assim, tão gostoso!” disse a minha titia entre sussurros e gemidos; o longo dedo médio metido por completo na vigorosa boceta. Ela permanecia languidamente sentada no pufe, com as pernas desinibidamente abertas; levava o dedo ao centro do prazer e o trazia de novo à realidade. Foi bonito quando percebi que havia certa semelhança entre os gemidos dela e os de Clara, só que a deslumbrante tia gemia de modo mais intenso e selvagem.
“Hmm, mãe, que delícia, como é gostoso isso enfiado dentro do cu!” Clara me surpreendeu novamente, disse isso com tal sinceridade e prazer que senti um fogo novo e selvagem percorrer o meu corpo. Foi um dia de transe, leitor. Um delírio único e geral. Meu deus, que belo dia foi aquele! O filho da puta do Noronha tinha tirado o cacete já muito excitado e, acredite, leitor, não viu problema nenhum em tocar uma bronha enquanto via a filhinha tomando no cu. Depois ele ofereceu o cacete pra dona da casa. Ela o chupava e o punhetava com um fogo e vontade incríveis.
Eu decidi que pra minha realização completa eu teria que me sentir completamente dentro de Clara. Colocar todo o cacete e deixá-lo lá por algum tempo. Preenchendo os seus espaços mais obscuros. Clara deve ter percebido isso... porque ela soltou um gemido imprevisto de dor: “Ai!” E na medida que eu ia ardorosamente lhe alargando ela soltava um urro ininterrupto de dor, segurou mais forte do que nunca o lençol, gemia... Oh, leitor, por um momento pensei que eu estava literalmente me derretendo de prazer. Impossível descrever o sentimento de realização plena que experimentei quando percebi que estava todo dentro de Clara. Fiz questão de ficar lá por alguns instantes fantásticos. Como uma fera quente e domada, ela urrava deliciosamente, senti um espasmo no seu traseiro, ela sussurrou, meio furiosa, mas sem querer disfarçar o prazer: “Ai... filho da puta! esse é o seu ser carinhoso?!” Tirei lenta e deliciosamente o cacete que Clara tinha engolido por completo. Leitor, confesso que me senti um pouco filho da puta quando vi a bagunça que eu tinha feito naquele cu inexperiente e virgem. Maldoso, pensei comigo: “Clara, já que eu tive esse trabalho de desbravar, daqui pra frente ele tem que ser exclusivamente meu!”
Um grito de prazer realmente alto nos surpreendeu: fora a minha titia que, precisamente naquele momento, tinha explodido de prazer. Leitor, como descrever aquele corpo robusto e saudável se retorcendo de prazer? Aquelas tetas bronzeadas, as tetas maduras e rijas da minha adorável e desejável titia? Ela não tinha tirado a blusa, mas tinha aberto os botões e as belas tetas estavam sensualmente pra fora. Oh, leitor, que o tempo continue agindo de modo inverso com aquela dona — conservando-a.
Fiquei com inveja. Não tem como ser testemunha dum prazer como aquele e escapar ileso. Agora eu tinha que gozar. Afinal, o pobre mortal que assumiu a missão de reviver e contar os prazeres loucos e supremos daquele dia, que benevolamente tenta tirá-los da memória egoísta de poucos e compartilhá-los com muitos, pois acha que a safadeza e a sacanagem são dignas também de notas, e que, além do mais, tinha sido o Deus que dera de bandeja o pote do amor e prazer para o deleite de duas adoráveis criaturas. Eu precisava jorrar.
Apertei forte as nádegas de Clara. Disse, quase exigindo:
“Clara, dê o seu melhor!”
Ela arrebitou mais um pouco o delicioso traseiro, fez uns movimentos como tivesse se preparando para me obedecer. Não posso terminar sem dizer uma coisa: trago uma imagem que ficou particularmente impressa: o lombo esguio e saudável de Clara. Apoiada sobre os braços, os cotovelos também fincados na cama, inclinando-se para baixo, o rabo sacanamente empinado, nessa posição, Clara criava uma espécie de declive mágico com aquele lombo! “Claaaaaaara!” tive vontade de gritar arrebatadamente. Agora eu precisava obter o máximo de prazer com o in out, in out — o quê, como facilmente se supõe — não era coisa muito difícil. Meu corpo queimava, Clara me ajudava, tinha me tornado fanático por Clara. O rabo sempre desejado. O rabo que ela não negou. Ela se submeteu sem limite ou restrição à busca do prazer. Eu me empurrava em Clara, ofegante. Ela ajudava a foda. O filho da puta do Noronha ia de carona no nosso prazer. Às vezes, soltava um:
“Puta que pariu!” e se desfazia no prazer da bronha solitária.
Às vezes, minha tarada tia ia ajudá-lo. Então, já meio reacendida, acariciava a calorosa boceta, enquanto engolia todo o cacete do Noronha. Punhetava-o, chupava as bolas, se precipitava com o cacete.
“Filha, me promete que a gente vai ter sempre um dia como esse?” ela perguntou uma vez, enquanto abocanhava o cacete do Noronha.
“O problema é que o papai não vai resistir só ver uma filhinha como essa” disse o padrasto.
Clara olhou pra ele, sem deixar de se dedicar ao nosso prazer.
Banquei o maldoso:
“Clara, o que você disse que faria se os seus pais pegassem a gente, quando lembrei que a porta estava destrancada?” perguntei, num delicioso entra-e-sai.
“Mau!” brincou Clara, cinicamente. “Eu disse que cavalgaria com mais força” completou.
Os pais riram imediatamente.
“Que putinha deliciosa é a sua filha” disse o Noronha.
“Vamos sempre se divertir assim” disse a mãe. “Não é, filha?”
“Quem sabe...” disse Clara.
Clara sempre respondia entre gemidos, através de sussurros, mordendo os lábios, e isso me excitava terrivelmente.
Daí houve um silêncio por certo tempo. Ou antes uma contemplação. Não esqueçamos que, essencialmente, tínhamos dois voyeurs ali. Eles nos contemplavam em silêncio. Com certeza se admiravam do viço e da mocidade do casalzinho tão familiar que viam ali. Será que minha desregrada titia se admirara com o fato do cu tão inexperiente de Clara fazer desaparecer um cacete tão duro e vigoroso? Talvez sim, porque ela falou:
“Esse é cacete pra duas!”
Fui sincero: “Hoje sou apenas de Clara.”
Mas a verdade é que quase mudei de idéia e quase me desdisse. Bastou lembrar do corpo da minha titia. Me esf***ei pra não olhar pra ela naquele momento.
Eu queria algo mais. Precisava experimentar Clara por outra posição. Naquele dia eu dei uma bela exibição do que é a flor da idade. E descobri que das muitas possibilidades deleitosas existentes nela, uma, é ser capaz de foder custosamente um cu, sem se cansar, e por muito tempo. Afinal, foi isso que eu fiz com Clara.
“Clara, você vai sentar em cima do meu cacete” exigi.
“Isso vai doer muito” ela disse.
“Não, já está arrombada, pelo menos até hoje” respondi, bruto.
Saí de Clara. Ela me entregou um cacete molhado, insaciável. Rijo, ele balançava aos meus movimentos no colchão.
A minha titia não agüentou dessa vez. Ela necessitava tirar uma casquinha. Juro, leitor, quando me viu de joelhos no colchão, o cacete balangando, ela não resistiu. Eu vi um fogo de prazer passear no rosto dela. Ela literalmente pulou pra cima de mim na cama.
“Deixa eu chupar esse cacete, pelo amor de deus” ela disse quase em súplica, “o cacete que me deixou tarada desde a primeira vez que eu vi.”
“A propósito, viu sem querer” expliquei pra ela e pra todos. Pra esclarecer um pouco eu menti: “eu estava trocando de roupa no vestiário.”
Nessa altura ela já tinha me abocanhado. Clara tinha ficado momentaneamente “esquecida” na cama. Via e aprendia com a mãe. A titia realmente parecia se saciar duma vontade de muito tempo. Chupava com devoção. Queria dar a melhor chupada de cacete jamais dada. Gulosa. Ela fechava os olhos, tomava um fôlego novo e me engolia. Agitava a cabeça procurando espaços impossíveis com a boca. Eu tinha juntado seus cabelos suados e a adestrava; segurando-a pelo rabo-de-cavalo.
“Cadela! Você nunca me chupou assim” disse o Noronha, meio despeitado, meio brincalhão.
“Haha” riu Clara.
A mãe continuava na sua devoração. Deliciado, eu sentia minha “segunda cabeça” deslizando em meio a salivação da garganta quente. Ela esqueceu um pouco o cacete e começou a chupar as bolas numa espécie de adoração incrível. Eu bufava com as chupadas. Às vezes, perdia momentaneamente as forças. Mas eu — por mais “sacrílego” que pareça — eu precisava escapar daquela boca e garganta vorazes: o cu da minha adorável Clara era a minha prioridade naquele dia. “Que boca divina, tia!” exclamei. Ela deu um risinho sacana. Eu vi, então, Clara, com uma carinha pidona e irresistível. Acho que ela realmente me queria com exclusividade naquele dia. Não queria me dividir com a mãe. Me livrei da outra fera e fui pra cima de Clara. Beijei-a com fogo. Num movimento bem rápido me enfiei pra debaixo dela e como num passe de mágica ela já estava meio sobre mim. “Fica de costas”, pedi, “você vai me engolir de costas, virada pra sua mãe.” “Ela vai ajudar a gente.” eu disse.
Leitor, muito gentil, ainda tive o cuidado de lambuzar um pouco o cu latejante de Clara. Ah! o “velho” e indescritível prazer de ter deslizado pra dentro dela! A moça sofreu um bocado no começo. Acho que aquela posição é a mais desfavorável para um cu ainda inexperiente. A mãe permanecera sentada na frente dela e, com a sua típica imoralidade (ou liberalidade?) a animava, parece que sentia prazer pela filha e por ela ao mesmo tempo. Eu não mandei que ela ficasse lá à-toa. A lasciva mamãe me chupava infalivelmente o cacete quando eu o tirava do cu da filha. Não, tinha um quê de tortura naquele prazer caloroso que eu sentia. Clara gemia arquejante entalada com meu caralho. O único momento que ela tinha pra se recuperar era quando eu deixava escapulir o cacete dela e oferecia pra mãe lubrificá-lo. Depois, a mãe mesma se encarregava de auxiliar a filha na sacana brincadeira de escondê-lo.
Estou na flor da idade, mas não sou de ferro. Eu me sentia fervilhando por dentro. O cu de Clara era um artifício de tortura. Ainda que uma tortura de prazer. Além disso, tinha a boca, a língua quente e imoral da mãe.
O Noronha não tinha ido preparar um lanche ou drinque na cozinha, ou coisa parecida. Não, ele permanecia lá, esparramado no outro pufe, agora sim um legítimo voyeur observando encantado o Calígula que brincava com duas das suas muitas mulheres. Não sei se o pobre Noronha teve que se contentar com o prazer duma bronha solitária diante daquele magnífico espetáculo sexual. A julgar por um urro de burro tarado que ecoou certa vez no aposento, creio que sim.
Mas, leitor, eu sim é que estava a ponto de explodir. Senti um espasmo tremendo me percorrer todo o corpo. Clara sentava cruelmente em cima de mim. Ela tinha ficado meio agachada na cama. Subia e descia infalivelmente. Tomava e devolvia o cacete.
Eu não agüentava mais. Impossível. Na verdade, eu não tinha sequer força de sair de Clara. Ela me dominava. A mim e ao meu desamparado cacete. Será que atingirei novamente um gozo tão pleno e vigoroso como aquele? Ó, leitor, eu não exagerei quando disse que não tinha sequer forças pra sair de Clara. Tanto que o final foi eu me derramar dentro de Clara. Acho que pelos gemidos desesperados que soltei, pelos tremores do meu corpo, a viva Clara percebeu que estava prestes a fazer o seu homem se derreter num prazer final. Senão como explicar que ela tenha começado a sentar com mais força, mais terminantemente, até com uma maldade? Mas ela também pagou por isso. Jorrei dentro dela. Sim, naquele dia não só tive o cu que ardentemente desejei, mas também cheguei ao prazer extremo dentro dele. Minha tia até exclamou em tom de deboche:
“Filha, olha o que você fez com ele!”
Porém Clara também percebeu o que eu tinha feito com ela. Ou melhor, dentro dela. Mas, revivendo e contando agora, acho que ela gostou. Porque fez um remexidinho muito sacana com o quadril... como se estivesse querendo sentir o néctar leitoso que eu tinha deixado lá dentro. E eu ainda estava lá dentro. Mas agora exausto. Esmorecido.
Estimável leitor, com quem eu pude reviver e compartilhar as delícias supremas daquele dia louco e sem convenções insignificantes. Que também se queimou um pouco com as deliciosas chamas daquele aposento. Isso foi tudo. Depois, a lânguida e adorável Clara caiu exausta, realizada. Eu me refazia. Será que ouvi algum aplauso?

FIM

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Categories: Sex HumorVoyeur
Posted by Mamasbo
2 years ago    Views: 119
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