RECORDAÇÕES DE ADOLESCÊNCIA

Vivia em Moçambique, tinha na altura 13 anos e nas férias grandes fui passar 2 semanas a casa de um casal amigo que moravam numa pequena povoação longe de tudo e onde nada se passava…

Naquele tempo era frequente, o marido ir primeiro para África, e mais tarde avançava o resto da família…

Os meus pais comentavam que a esposa deste casal nunca se tinha adaptado ao clima, nomeadamente à humidade e à temperatura e que por essa razão passava horas infinitas enfiada na banheira…

O casal não tinha filhos, Ele (José) de 50 anos, e Ela (SANDRA) 32/33, alta, morena, aparentemente bem feita.

Antes de ir para África, vivia na avenida de Roma em Lisboa e habituada ao frenesim da “grande cidade”, estranhou muito a pacatez das planícies africanas…

A casa, tipicamente colonial, tinha divisões espaçosas e arejadas, uma ampla varanda de onde se podia apreciar um por do sol deslumbrante, como só acontece em África...

Para quem não conhece África, poderá idealizar o cenário do filme “africa minha”… Aquele ambiente... Os sons… Os cheiros… Aquela luminosidade…. África…. África… que saudades… enfim… Bom… deixemo-nos de saudosismos e regressemos à história…

O marido, Eng.º agrónomo, ausentava-se de manhã cedo para trabalhar, fazia uma pausa pelas 8:30 para tomar o pequeno-almoço e regressava ao trabalho… Recordo o cheiro aromático do seu cachimbo que pairava no ar enquanto saboreava o café…

Certo dia, estava eu a estudar, quando por volta das 11 horas me surgiu uma dúvida sobre matemática… Fui pedir ajuda, à Sandra e ao passar à frente do seu quarto a caminho do escritório, reparei que a porta estava entreaberta.

Sem qualquer outra intenção (juro…:)) entrei sem bater… e deparei-me com a Sandra de costas, completamente nua, em frente ao espelho do ”toucador”, penteando-se…. e em cima da cama estava o toalhão de banho e um vestido fresco de algodão…

Fiquei sem pinga de sangue… Oh… DesculpeNão sabia… Disse eu completamente envergonhado…

Não faz mal… Precisas de alguma coisa? Perguntou a Sandra, olhando-me pelo espelho sem se voltar… com toda a tranquilidade, como se nada se passasse…

Tenho uma dúvida, m… mas não faz mal… Fica para depois… disse eu com a voz trémula, com receio da sua reacção…

Fecha a porta e senta-te aqui… já te ajudo… disse!

Fechei a porta, aproximei-me a medo.

Ela fez-me sinal para me sentar no banco junto a si, e ao passar por Ela, fez-me uma festa na cabeça enquanto esboçava um sorriso acompanhado de um olhar meigo…

Fez-se um silêncio aterrador enquanto ela continuava a pentear-se…

Passados alguns intermináveis segundos perguntou-me: Então qual é a tua dúvida? Abri o livro… apontei com o dedo, e após um relance a Sandra disse-me: Já te ajudo…

As minhas pernas tremiam como varas verdes e eu não tinha coragem para olhar directamente para Ela.

Pelo espelho pude pela primeira vez apreciar de perto o corpo de uma mulher adulta… Alta… cabelo preto… morena… um pouco acima do peso… peitos fartos e firmes… uma ligeira barriguita… A zona púbica muito densa mas correctamente aparada… pernas bem torneadas e pés elegantes e bem cuidados…

Para grande espanto meu, A Sandra não parecia ter pressa nem se mostrava nada incomodada com a situação… Ao levantar os braços enquanto se penteava, pude reparar que rapava as axilas… De seguida virou-se para trás, e ao debruçar-se para apanhar a toalha, segui-lhe os movimentos e o meu olhar começou a descer… nuca… costas… cintura… traseiro… pernas e tornozelos… Foi apenas uma fracção de segundo mas ainda hoje tenho esta sequência muito presente…

De seguida sentou-se na cama e com a toalha, secou as pontas do cabelo ainda húmidas… passou novamente a escova….

Por favor… Chega-me esse creme… Pediu-me apontando para o toucador…

Levantei-me, peguei no frasco de creme de cor branca, e ao entregar-lho, as nossas mãos tocaram-se por instantes… Senti um enorme arrepio e não sei onde arranjei forças para me aguentar nas pernas…

Obrigado… Agradeceu…

Sem nada dizer, esbocei um sorriso nervoso e voltei a sentar-me “no meu posto”…

Pôs uma “noz” de creme na mão direita e começou a espalhá-lo primeiro pelos braços, pescoço, subiu ao rosto… Eu continuava paralisado como se estivesse petrificado… não sei mesmo se em alguns momentos não terei aberto a boca de espanto…

Enquanto tratava do rosto senti-me mais à vontade porque a Sandra, estava de olhos fechados.

Olhei sofregamente…

Estava eu “na lua” quando a Sandra me surpreendeu…

Nunca tinhas visto uma mulher “assim” ? Perguntou ao mesmo tempo que apontava o olhar para o seu corpo nu…

N… não… gaguejei… envergonhado por ter sido “apanhado”, encolhendo ligeiramente os ombros…

E… gostas?

Faltou-me a voz… acenei afirmativamente que sim… sorri olhando-a nos olhos… enquando mordiscava o lábio inferior...

Sandra, continuou a espalhar metodicamente o creme pelo corpo. Nos peitos, demorou-se bastante tempo, e ao mesmo tempo ia olhando para mim, claramente num gesto provocador, apalpava, massajava, e reparei que os mamilos estavam a ficar erectos…

Estás a gostar… das férias? Perguntou-me quebrando o silêncio incomodativo enquanto se acariciava…

Estou sim…respondi sem tirar os olhos do seu corpo…

Ao chegar o creme na zona do ventre as suas mãos tocavam propositadamente nos pelos da zona púbica… Para melhor aceder ao interior das pernas abriu-as deixando-me ver os lábios e o clítoris por entre os pelos…

Eu estava de calções comecei a ficar excitado mas não o podia demonstrar…

Apertei as pernas e com as mãos a segurar o livro de matemática… disfarçadamente pressionei o pénis… e em surdina cerrei os dentes e gemi de prazer…

A sessão de creme continuou e quando chegou à zona dos tornozelos, a Sandra baixou-se ficando com os seus generosos peitos pousados e pressionados nas pernas.

Depois, foi buscar uma almofada, abriu o toalhão de banho em cima da cama, recostou-se, flectiu a perna direita e levantou a esquerda. Com ambas as mãos continuou o seu “trabalho” completamente exposta para mim…

Ela… estava praticamente à minha frente e nesta posição pude assistir “na primeira fila” a algo que me marcou até aos dias de hoje… algo que me ensinou a aprender a apreciar e a sentir-me bem no seio das mulheres…. Dependente… Sim dependente… Porque não admiti-lo?

Quando acabou a sessão de creme, pousou o frasco em cima do toalhão e com ambas as pernas flectidas ficou imobilizada em silêncio e de olhos fechados durante uns dois ou três minutos, como se estivesse a decidir o que fazer a seguir…

Eu aproveitei esta aparente “distracção” e acariciei o meu pénis que teimava em querer rebentar o calção…

Naquele momento de cumplicidade senti que a minha presença lhe estava a dar prazer. De seguida pousou ambas as mãos em cima dos peitos como se estivesse a ganhar coragem para continuar…

Começou então, primeiro discretamente a acariciar-se com movimentos lentos e suaves e foi intensificando gradualmente até que os mamilos completamente erectos me denunciavam o seu prazer…

A mão esquerda manteve-se nos peitos e a direita foi descendo para a vagina. Já bastante excitada deixou-se de cerimónias e ignorando-me completamente introduziu os dedos, molhando-os naquele mar imenso, rosáceo, e acariciou o clítoris energicamente… fazendo movimentos com a anca. Esta fase foi relativamente rápida, e em poucos minutos, chegou ao orgasmo contraindo-se e gemendo baixinho mas descontroladamente.

Quando “acabou”, deixou-se ficar deitada mais alguns instantes, esticou as pernas, abriu os olhos fixando o tecto do quarto enquanto mordia o lábio de baixo… A respiração foi acalmando.

Sentou-se de novo na beira da cama, simulou um olhar de surpresa como se por momentos se tivesse esquecido da minha presença. Levantou-se, deu-me um beijo na testa, afagou-me o cabelo (corei) e vestiu o vestido que estava em cima da cama, directamente no corpo sem qualquer lingerie…

Anda… Ainda queres tirar a tal dúvida? Perguntou-me num tom cúmplice… Acenei que “sim” com a cabeça e retribui o sorriso.

Dirigiu-se à porta, abriu-a, deu uma espreitadela e fomos para a mesa da sala onde eu estava a estudar… A vida iria regressar ao normal… Que pena … Pensei…

Durante o resto da férias a Sandra nunca me disse qualquer palavra sobre o sucedido, nem tão pouco me pediu descrição…

Nos restantes dias de férias, masturbava-me sempre que podia… pensando nela…

As duas semanas passaram-se a correr, e ao despedir-se de mim deu-me um beijo na face, que me pareceu mais demorado que o suposto… Diria mesmo, com um feeling muito especial…

Trocámos um olhar profundo e demorado, como que a selar o nosso segredo…
Adorei… as férias… Disse-lhe…

[bEu sei… Eu sei… Respondeu a Sandra com um sorriso cúmplice…


Realidade ou ficção? Será que importa ?





100% (7/0)
 
Posted by FX102740
2 years ago    Views: 225
Comments (2)
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2 years ago
excelente parabens!
2 years ago
Muito fixe....